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	<title>Além da TI</title>
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	<description>Informação para quem usa Tecnologia da Informação</description>
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		<title>Além da TI</title>
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		<title>Um pouco sobre cores</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Nov 2011 16:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Moraes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A cor é a forma como o olho interpreta os diferentes comprimentos de ondas vindos de uma fonte luminosa. Por ser emitida por ondas eletromagnéticas, diversos fatores podem influenciar a percepção da cor. Para os publicitários, designers, web designers e outros profissionais, a cor é item fundamental para o sucesso de uma peça. Vamos conhecer <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemdati.wordpress.com&amp;blog=12662589&amp;post=321&amp;subd=alemdati&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A cor é a forma como o olho interpreta os diferentes comprimentos de ondas vindos de uma fonte luminosa. Por ser emitida por ondas eletromagnéticas, diversos fatores podem influenciar a percepção da cor. Para os publicitários, designers, web designers e outros profissionais, a cor é item fundamental para o sucesso de uma peça. Vamos conhecer um pouco das cores e saber como aplicá-la de forma mais eficiente possível. Para fazer uso mais eficiente das cores, é importante conhecer suas características, efeitos, harmonia e temperatura.<span id="more-321"></span>As cores são categorizadas de acordo com um círculo cromático, onde são divididas como primárias, secundárias ou terciárias.</p>
<p><a href="http://alemdati.files.wordpress.com/2011/11/circulo_cromatico.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-322" title="circulo_cromatico" src="http://alemdati.files.wordpress.com/2011/11/circulo_cromatico.png?w=191&#038;h=190" alt="" width="191" height="190" /></a></p>
<p><strong>Cores Primárias</strong></p>
<p>As cores primárias são cores puras, obtidas sem a mistura com nenhuma outra cor. São elas o amarelo, o azul e o vermelho. A partir delas todas as outras cores são obtidas.</p>
<p><strong>Cores Secundárias</strong></p>
<p>São cores obtidas pela mistura de duas cores primárias. As cores laranja (amarelo + vermelho), verde (amarelo + azul) e roxo (azul + vermelho) são melhor ilustradas na figura abaixo:</p>
<p><a href="http://alemdati.files.wordpress.com/2011/11/cores_secundarias1.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-324" title="cores_secundarias" src="http://alemdati.files.wordpress.com/2011/11/cores_secundarias1.png?w=101&#038;h=77" alt="" width="101" height="77" /></a><a href="http://alemdati.files.wordpress.com/2011/11/cores_secundarias.png"><br />
</a><strong>Cores terciárias</strong></p>
<p>São obtidas com a mistura de uma cor primária e uma cor secundária. Não chegam a criar uma nova cor, mas variações das cores que se misturam.</p>
<p><strong>Cores neutras</strong></p>
<p>O preto, o branco e o cinza em todas as suas tonalidades são as cores neutras. O marrom e o bege também são consideradas cores neutras.</p>
<p><strong>Efeitos cromáticos</strong></p>
<p><em>Monocromia</em> &#8211; Variação tonal de uma cor para o claro com acréscimo de branco, ou escuro com acréscimo do preto;</p>
<p><a href="http://alemdati.files.wordpress.com/2011/11/monocromia.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-325" title="monocromia" src="http://alemdati.files.wordpress.com/2011/11/monocromia.png?w=173&#038;h=19" alt="" width="173" height="19" /></a></p>
<p><em>Tonalidade</em> &#8211; Variação tonal obtida através de um processo de escala ou degrade;</p>
<p><a href="http://alemdati.files.wordpress.com/2011/11/tonalidade.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-326" title="tonalidade" src="http://alemdati.files.wordpress.com/2011/11/tonalidade.png?w=174&#038;h=22" alt="" width="174" height="22" /></a></p>
<p><em>Policromia</em> &#8211; Composição de mais de três cores organizadas separadamente;</p>
<p><em>Matiz</em> &#8211; São os diferentes tons que passam por uma mesma cor;</p>
<p><a href="http://alemdati.files.wordpress.com/2011/11/matiz.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-327" title="matiz" src="http://alemdati.files.wordpress.com/2011/11/matiz.png?w=174&#038;h=22" alt="" width="174" height="22" /></a></p>
<p><strong>Harmonia cromática</strong></p>
<p><em>Cores análogas</em> &#8211; São cores que dividem a mesma base cromática. Não causam contrastes entre si. No disco cromático, são vizinhas;</p>
<p><em>Cores complementares</em> &#8211; São cores que possuem bases cromáticas diferentes. No disco cromático estão em sentidos opostos;</p>
<p><strong>Temperatura cromática</strong></p>
<p><em>Cores quentes</em> &#8211; são cores que transmitem a sensação de calor, luz e energia. Amarelo, vermelho e laranja são cores quentes;</p>
<p><em>Cores frias</em> &#8211; são cores que transmitem sensações calmas, harmoniosas e melancólicas. Verde, azul e roxo são exemplos de cores frias;</p>
<p>Com isto vimos um pouco do universo das cores, o próximo post será sobre o efeito psicológico das cores e como podemos aproveitar ao máximo seu uso. Isto foi apenas um compartilhamento do meu pequeno conhecimento sobre as cores. Há muito mais para se saber (toda a explicação física por exemplo, não sou tão nerd <img src='http://s2.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' />  ). Espero que seja de grande ajuda para vocês.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alemdati.wordpress.com/321/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alemdati.wordpress.com/321/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alemdati.wordpress.com/321/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alemdati.wordpress.com/321/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/alemdati.wordpress.com/321/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/alemdati.wordpress.com/321/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/alemdati.wordpress.com/321/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/alemdati.wordpress.com/321/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alemdati.wordpress.com/321/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alemdati.wordpress.com/321/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alemdati.wordpress.com/321/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alemdati.wordpress.com/321/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alemdati.wordpress.com/321/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alemdati.wordpress.com/321/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemdati.wordpress.com&amp;blog=12662589&amp;post=321&amp;subd=alemdati&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Lucas Moraes</media:title>
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		<title>Existe vida além do Google!</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 03:38:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Moraes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem é da minha geração certamente lembra do tempo que o Cadê? era o principal site de busca no Brasil (lá se vão pelo menos 12 anos&#8230;). O Altavista rivalizada com o Cade? até que o Yahoo! chegou dominar o mercado por um bom tempo. E eis que surge o Google, e os sites de <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemdati.wordpress.com&amp;blog=12662589&amp;post=315&amp;subd=alemdati&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://alemdati.files.wordpress.com/2011/11/girl_on_computer.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-316" title="girl_on_computer" src="http://alemdati.files.wordpress.com/2011/11/girl_on_computer.jpg?w=300&#038;h=200" alt="" width="300" height="200" /></a>Quem é da minha geração certamente lembra do tempo que o Cadê? era o principal site de busca no Brasil (lá se vão pelo menos 12 anos&#8230;). O Altavista rivalizada com o Cade? até que o Yahoo! chegou dominar o mercado por um bom tempo. E eis que surge o Google, e os sites de busca nunca mais foram os mesmos. Entre os vários fatores que tornam o Google uma unanimidade, podemos citar o grande número de resultados de suas pesquisas como um dos fatores de sucesso. Mas eu sempre procuro alternativas frente as exclusividades, e assim cheguei a algumas ferramentas que eu já conhecia e usava (o Google nunca foi minha única fonte de pesquisa, mesmo online) e outras que tive o prazer de descobrir ao escrever este post. Vou listar as que na minha opinião merecem nossa atenção e podem ser usadas com eficiência.</p>
<p><span id="more-315"></span></p>
<ol>
<li><a href="http://http://www.wolframalpha.com/" target="_blank">WolframAlpha</a> - se você é <del>nerd</del> interessado por matemática, física e ciências exatas de uma maneira geral, esta ferramenta que é categorizada como answer engine (ferramenta de resposta) fornece informações completas sobre a palavra-chave pesquisada. Fiz uma busca por fibonacci sequence e o resultado foi uma lista de informações que incluíam explicação técnica, fórmula, tabela de referência e gráficos para ilustrar as explicações.</li>
<li><a href="http://br.ask.com" target="_blank">Ask</a> &#8211; com site em português e visual mais tradicional, o Ask é um site de busca criado em 1996 em Oakland, Califórnia. Embora seja muito semelhante ao Google, a interface é mais limpa e a área de links patrocionados se resume a dois pequenos paineis no início e no fim da pesquisa. Na parte superior direita são listadas pesquisas relacionadas para tornar a resposta mais específica e facilitar a busca pela informação. Os resultados podem diferir se comparados a uma busca com as mesmas palavras-chave no Google, mas isto acaba por se tornar uma vantagem se levar em consideração a quantidade de links de baixa qualidade listados no Google. Costumo usar para pesquisar biografias ou temas mais técnicos.</li>
<li><a href="http://www.scielo.br/" target="_blank">SciELO</a> &#8211; literalmente uma biblioteca eletrônica, este é a melhor definição para o SciELO. Criado pela FAPESP e com o apoio do CNPq, o site reúne uma coleção de periódicos científicos brasileiros da mais diversas áreas do conhecimento. Particularmente é minha principal fonte de pesquisa para qualquer trabalho acadêmico. Vale lembrar que todas as informações constantes no SciELO já foram publicadas em algum periódico, portanto, para aqueles que pensam que copiar-colar é pesquisa científica, pensem duas vezes antes de adotar este método ao usar o site. Um aspecto muito positivo é que por se tratarem de artigos científicos, todas as referências bibliográficas constam nos documentos, o que ajuda muito na hora de procurar material de consulta mais consistente.</li>
<li><a href="http://ensembli.com/" target="_blank">Ensembli</a> &#8211; na minha pesquisa por sites de busca, este foi de longe o que mais me chamou a atenção. Ainda estou experimentando o serviço, mas a principal proposta do Ensembli é aprender sobre suas preferências para oferecer buscas cada vez mais focadas nos tópicos que lhe interessam. A idéia é que ao pesquisar por determinado tópico, os links que você clicar serão categorizados como interesse para que a próxima pesquisa seja mais focada naquilo que você escolheu. O serviço ainda precisa de muitos ajustes, mas se funcionar como o prometido, tem tudo para ser o futuro dos buscadores. Vale a visita, embora ainda não tenha versão em português.</li>
<li><a href="http://www.altavista.com/" target="_blank">Altavista</a> &#8211; o Altavista foi criado em 1996 e foi o primeiro search engine da web. Em 2003 o site foi comprado pela Overture Services, e neste mesmo ano a Overture foi comprada pelo Yahoo!. Embora tenha um visual tradicional e não ofereça grande diferencial em relação ao Google, a velocidade de resposta e a visual mais limpo são pontos que merecem atenção, lembrando que não é possível comparar tempo de resposta entre eles, já que o Google usa um retorno em tempo real para as pesquisas. Dentre as alternativas, o Altavista merece mais uma menção honrosa pelo histórico do que por qualquer recurso que ofereça hoje.</li>
<li><a href="http://www.buscape.com.br/" target="_blank">Buscape</a> &#8211; embora não seja uma ferramenta de busca propriamente dita, o Buscape trabalha com um conceito muito interessante de serviço de comparação de preço. É possível pesquisar o preço de um produto, descobrir o melhor preço e em qual loja é possível comprar pelo valor sugerido. Em 2009 foram vendidos 91% das ações do site para o grupo sul-africano Naspers. O Buscape é o case de e-commerce brasileiro de maior sucesso na história.</li>
</ol>
<p>Não citei o Bing e a Wikipedia por motivos diferentes. O primeiro porque o serviço é tão ruim que nem merece comentário além deste. O segundo porque na verdade a Wikipedia não é um site de busca, mas uma ferramenta Wiki. Há uma vasta gama de ferramentas em desenvolvimento ou sendo testadas, obviamente não poderia citar todas, mas espero com este post ter ajudado a melhorar suas pesquisas.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alemdati.wordpress.com/315/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alemdati.wordpress.com/315/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alemdati.wordpress.com/315/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alemdati.wordpress.com/315/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/alemdati.wordpress.com/315/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/alemdati.wordpress.com/315/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/alemdati.wordpress.com/315/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/alemdati.wordpress.com/315/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alemdati.wordpress.com/315/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alemdati.wordpress.com/315/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alemdati.wordpress.com/315/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alemdati.wordpress.com/315/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alemdati.wordpress.com/315/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alemdati.wordpress.com/315/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemdati.wordpress.com&amp;blog=12662589&amp;post=315&amp;subd=alemdati&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Lucas Moraes</media:title>
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			<media:title type="html">girl_on_computer</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Copyright vs Copyleft</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Sep 2011 04:56:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Moraes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esta semana a Google teve uma vitória parcial na questão da violação de patentes da Oracle. A acusação era de que algumas APIs, classes, métodos, e pacotes protegidos por copyright teriam sido usados no Dalvik, a versão personalizada da Java Virtual Machine da Google. O juiz William Alsup entendeu que algumas frases e nomes curtos não seriam <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemdati.wordpress.com&amp;blog=12662589&amp;post=310&amp;subd=alemdati&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://alemdati.files.wordpress.com/2011/09/copyright-e-copyleft.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-311" title="copyright-e-copyleft" src="http://alemdati.files.wordpress.com/2011/09/copyright-e-copyleft.jpg?w=300&#038;h=146" alt="Copyright vs Copyleft" width="300" height="146" /></a>Esta semana a Google teve uma vitória parcial na questão da violação de patentes da Oracle. A acusação era de que algumas APIs, classes, métodos, e pacotes protegidos por copyright teriam sido usados no Dalvik, a versão personalizada da Java Virtual Machine da Google. O juiz William Alsup entendeu que algumas frases e nomes curtos não seriam assunto de copyright, e muitos destes itens estariam em trechos de código não protegidos por copyright. Mas vamos aproveitar toda esta celeuma para entender um pouco do universo das licenças.<span id="more-310"></span></p>
<p>De uma maneira geral, temos dois modelos de licenciamento de conteúdo digital: copyright e copyleft. Estes modelos são polarizados, o primeiro é o modelo tradicional adotado por todas as grandes empresas (Microsoft e Apple et caterva), o segundo é o modelo utilizado pelos softwares livres.</p>
<p>Falando um pouco do copyright, embora seja de natureza semelhante, não deve ser confundido com direito autoral. O copyright vem do sistema anglo-saxão, e diz respeito ao direito de reprodução. O direito autoral vem do sistema romano-germânico que visa proteger o autor da obra, diferente do primeiro modelo onde a preocupação é a obra em si. Em ambos os casos, no mundo virtual o material estará protegido não apenas de cópia, quando de acesso se assim o proprietário desejar. É possível ter um produto com copyright e o código aberto, embora seja incoerente.</p>
<p>O copyleft vem como uma alternativa legal ao copyright. O objetivo é reverter todas as barreiras restritivas impostas pela lei de propriedade intelectual, de modo que a obra possa ser utilizada, reproduzida ou modificada, contanto que se preserve a mesma condição. Em 1988 Richard Stallman popularizou o termo ao associa-lo a GPL, o termo foi sugerido pelo programador Don Hopkins e foi usado junto com a frase &#8220;all rights reversed&#8221;, um trocadilho ao termo em inglês &#8220;all rights reserved&#8221;. Existem vários modelos de licenças livres, falaremos das duas mais comuns hoje para o público geral: a GPL e a Creative Commons.</p>
<p><strong>GPL &#8211; General Public License</strong></p>
<p>Em 1989 Richard Stallman idealizou a GPL como modelo de licença para software livre, associado ao projeto GNU da Free Software Foundation. Ainda hoje boa parte dos projetos de software livre são licenciados sob este modelo. As distribuições do Linux e o software de gerenciamento da Wikipedia estão sob esta licença. O GPL baseia-se em 4 liberdades:</p>
<p><em>0. A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito;</em><br />
<em>1. A liberdade de estudar como o programa funciona e adaptá-lo para as suas necessidades. O acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade.</em><br />
<em>2. A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo.</em><br />
<em>3. A liberdade de aperfeiçoar o programa, e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie deles. O acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade.</em></p>
<p>Estas liberdades não ferem ou deixam o criador do código desprotegido. É condição primordial para que o código seja usado que o compartilhamento de qualquer sub-produto seja nas mesmas condições do original, ou seja, não é possível que ninguém se apodere do seu código nem que o distribua de forma restritiva em caso de modificação. No caso específico desta licença, o único documento aceito como base legal é o seu original em inglês, sob o argumento de que erros de tradução podem deturpar seu conteúdo.</p>
<p><strong>Creative Commons</strong></p>
<p>A Creative Commons é uma organização sem fins lucrativos sediada na Califórnia que tem como objetivo aumentar a quantidade de obras criativas através de uma licença menos restritiva do que o tradicional copyright. Ao invés de &#8220;<em>todos os direito reservados</em>&#8220;, temos &#8220;<em>alguns direitos reservados</em>&#8220;. Isso é possível com a criação de alguns modelos de licenciamento onde o autor da obra pode escolher alguns direitos para abrir mão, desta forma sua propriedade intelectual é preservada de modo que outras pessoas possam ser beneficiadas. As licenças do Creative Commons são:</p>
<ul>
<li><strong>Atribuição</strong> - Você permite que outras pessoas copiem, distribuam e executem sua obra, protegida por direitos autorais – e as obras derivados criadas a partir dela – mas somente se for dado crédito da maneira que você estabeleceu.</li>
<li><strong>Uso não-comercial</strong> - você permite que outras pessoas copiem, distribuam e executem sua obra – e as obras derivadas criadas a partir dela – mas somente para fins não comerciais.</li>
<li><strong>Não a obras derivadas</strong> - Você permite que outras pessoas copiem, distribuam e executem somente cópias exatas da sua obra, mas não obras derivadas.</li>
<li><strong>Compartilhamento pela mesma licença</strong> - Você pode permitir que outras pessoas distribuam obras derivadas somente sob uma licença idêntica à licença que rege sua obra.</li>
</ul>
<p>É possível combinar as licenças para chegar a um melhor modelo de licenciamento (exceto as licenças Compartilhamento pela Mesma Licença e Não à Obras Derivadas, já que a primeira só se aplica a obras derivadas). O Além da TI está sob um modelo de licenciamento de Atribuição, Uso não comercial e Não a obras derivadas, por se tratar de conteúdo de opinião, optei por não permitir que ajam mudanças em meus textos.</p>
<p>Os que já frequentam o Além da TI, o Iconsult ou são pessoas próximas sabem que eu sou um ativista do conteúdo livre. E muitas vezes sou questionado sobre a questão comercial. Como ganhar dinheiro se o seu código está aberto e livre a qualquer mudança? Há vários modelos financeiros bem sucedidos no mundo livre. Software livre não é necessariamente software gratuito, e mesmo os software gratuitos podem ser uma grande fonte de renda através de consultorias e treinamentos. Além de gerar uma grande economia de recursos, imagine uma comunidade mundial de programadores testando e melhorando seu código sem que aja nenhum custo por isso. A relação passa a ser uma via de mão dupla, onde todos ganham de alguma forma.</p>
<p>A RedHat, distribuição Linux voltada ao mercado corporativo (uma das poucas que não é gratuita), passou pela crise norte-americana com índice de crescimento. O Ubuntu, outra distribuição linux, tem um modelo voltado para a consultoria e treinamento. Empresas como IBM, Oracle, HP, Cisco entre outras possuem forte ligação com o software livre, seja por sua participação na Free Software Foundation, seja por inserir software de código aberto em seus produtos.</p>
<p>Espero ter ajudado a esclarecer alguns pontos sobre o assunto. Minha opinião não é isenta, logo recomendo outras fontes de consulta ou mesmo discussões em seus grupos sobre o tema. Quanto mais pessoas discutindo novos modelos, melhor para toda a comunidade.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alemdati.wordpress.com/310/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alemdati.wordpress.com/310/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alemdati.wordpress.com/310/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alemdati.wordpress.com/310/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/alemdati.wordpress.com/310/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/alemdati.wordpress.com/310/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/alemdati.wordpress.com/310/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/alemdati.wordpress.com/310/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alemdati.wordpress.com/310/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alemdati.wordpress.com/310/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alemdati.wordpress.com/310/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alemdati.wordpress.com/310/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alemdati.wordpress.com/310/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alemdati.wordpress.com/310/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemdati.wordpress.com&amp;blog=12662589&amp;post=310&amp;subd=alemdati&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Como escolher sua distribuição Linux</title>
		<link>http://alemdati.wordpress.com/2011/09/15/como-escolher-sua-distribuicao-linux-2/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Sep 2011 13:20:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Moraes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[distribuição]]></category>

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		<description><![CDATA[Aqui vai uma boa dica para aqueles que desejam conhecer um pouco melhor o sistema operacional Linux. Uma das principais dúvidas de todo iniciante é qual distribuição escolher. Perguntar qual é a melhor distribuição vai gerar uma discussão bem semelhante a perguntar qual é o melhor time de futebol da cidade, e obviamente a resposta <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemdati.wordpress.com&amp;blog=12662589&amp;post=307&amp;subd=alemdati&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
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<p>Aqui vai uma boa dica para aqueles que desejam conhecer um pouco melhor o sistema operacional Linux. Uma das principais dúvidas de todo iniciante é qual distribuição escolher. Perguntar qual é a melhor distribuição vai gerar uma discussão bem semelhante a perguntar qual é o melhor time de futebol da cidade, e obviamente a resposta será subjetiva (a menos que a pergunta seja qual o melhor time de Pernambuco, dai não é subjetivo, o Sport Club do Recife é indiscutivelmente o melhor). Brincadeiras a parte, a pergunta certa seria &#8220;qual distribuição atenderá melhor as minhas necessidades?&#8221;.<span id="more-307"></span></p>
<p>Pessoas podem ter prioridades bastante diferentes em relação ao uso do computador. Eu por exemplo preciso de uma distribuição que tenha um bom suporte para desenvolvedores de software, já um usuário tradicional precisa de facilidade de uso e boa conectividade, um dono de loja que tenha equipamentos antigos terá outra demanda, enfim, podemos chegar a um mundo de necessidades e claro, nem toda distribuição servirá a todos os casos. Abaixo, uma listagem com os pontos mais importantes:</p>
<ol>
<li>Praticidade &#8211; Para mim o ponto mais importante. Até que ponto você está disposto a aprender sobre um sistema para utilizá-lo. Se você é do tipo curioso, que gosta de novidades e de conhecer o funcionamentos das coisas ou se você quer simplesmente tudo fácil e com muitos assistentes, este simples ponto já elimina uma série de distribuições logo de cara, então é o primeiro ponto a ser analisado;</li>
<li>Estabilidade &#8211; Este é um ponto que devo explicar bem, quando digo estabilidade, não significa que um Linux &#8220;instável&#8221;. Mas há distribuições que adicionam em seus instaladores os programas mais recentes do mercado, ainda que estejam em suas versões beta, que são as versões de teste. De certa forma, a primeira pergunta já responde esta também, via de regra, quem opta por praticidade dificilmente vai se interessar em fazer testes em um produto na versão beta.</li>
<li>Hardware &#8211; Aqui são duas observações, primeira, se o seu equipamento é antigo ou não. Novamente a resposta já eliminaria uma série de distribuições. A segunda é a importância de um bom suporte de hardware, que hoje em dia não seria uma questão que eliminaria muitas distribuições, em sua grande maioria o suporte de hardware hoje é muito superior do que o de cinco anos.</li>
<li>Software &#8211; É muito importante para quem usa o Linux uma boa conexão com a internet. Claro que não a falta da internet não inviabiliza o uso do sistema, mas neste caso, é bom que o usuário opte por uma distribuição com um bom conjunto de programas integrados, o que normalmente significa optar por uma que seja em DVD, que são sempre mais completas do que as entregues em CD;</li>
<li>Suporte &#8211; Por último, mas não menos importante, temos a questão do suporte da comunidade. Aqui é importante observar se a distribuição tem um bom suporte, e se este suporte é em português, caso o inglês seja um problema para você.</li>
</ol>
<p>Estas dicas podem afetar diretamente sua experiência com o sistema, por isso oriento sempre as pessoas que me perguntam sobre qual distribuição usar. Pessoalmente, levando em consideração minhas necessidades como profissional da área, opto por usar o OpenSUSE, que durante muito tempo foi a minha distribuição padrão. Mas hoje estou digitando este artigo no Mandriva, instalei no meu computador para ver como estava e fiquei com ela até hoje. Para finalizar, temos os Linux Distribution Chooser (<a href="http://www.zegeniestudios.net/ldc/" target="_blank">http://www.zegeniestudios.net/ldc/</a>), um site que conta com uma série de perguntas, muitas dizem respeito aos tópicos que eu descrevi. A partir destas perguntas, o site sugere algumas distribuições que se adequariam as necessidades do usuário. Apesar do site ser em inglês, o teste pode ser feito em português. Só para vocês terem uma noção de como este site pode ser um bom guia, abaixo a imagem do resultado do meu &#8220;teste&#8221;.</p>
<p><a href="http://consumindoti.files.wordpress.com/2010/10/linux-chooser.png"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-32" title="linux chooser" src="http://consumindoti.files.wordpress.com/2010/10/linux-chooser.png?w=150&#038;h=93" alt="" width="150" height="93" /></a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alemdati.wordpress.com/307/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alemdati.wordpress.com/307/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alemdati.wordpress.com/307/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alemdati.wordpress.com/307/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/alemdati.wordpress.com/307/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/alemdati.wordpress.com/307/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/alemdati.wordpress.com/307/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/alemdati.wordpress.com/307/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alemdati.wordpress.com/307/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alemdati.wordpress.com/307/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alemdati.wordpress.com/307/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alemdati.wordpress.com/307/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alemdati.wordpress.com/307/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alemdati.wordpress.com/307/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemdati.wordpress.com&amp;blog=12662589&amp;post=307&amp;subd=alemdati&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Transforme seu Facebook em um LinkedIn com o BranchOut</title>
		<link>http://alemdati.wordpress.com/2011/06/26/transforme-seu-facebook-em-um-linkedin-com-o-branchout/</link>
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		<pubDate>Sun, 26 Jun 2011 19:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Moraes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
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		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[O BranchOut é um aplicativo para Facebook que transforma sua rede social em uma rede profissional, criando uma sub-rede com os contatos do próprio Facebook. Embora exista desde o ano passado, este ano o crescimento deste app foi mais acentuado. Não por acaso, um dos atrativos do BranchOut é a possibilidade de importar o seu <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemdati.wordpress.com&amp;blog=12662589&amp;post=282&amp;subd=alemdati&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://alemdati.files.wordpress.com/2011/06/branchout-logo-300x129.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-283" title="BranchOut-logo" src="http://alemdati.files.wordpress.com/2011/06/branchout-logo-300x129.jpg?w=300&#038;h=129" alt="BranchOut Logo" width="300" height="129" /></a></p>
<p>O BranchOut é um aplicativo para Facebook que transforma sua rede social em uma rede profissional, criando uma sub-rede com os contatos do próprio Facebook. Embora exista desde o ano passado, este ano o crescimento deste app foi mais acentuado. Não por acaso, um dos atrativos do BranchOut é a possibilidade de importar o seu perfil do LinkedIn, facilitando muito a adesão. Usei o recurso para testar e escrever este post,  e minha impressão é que o BranchOut é um concorrente a altura do LinkedIn, embora o segundo leve vantagem no sentido de não ser bloqueado na maior parte dos ambientes corporativos, diferente das outras redes sociais.<span id="more-282"></span>Primeiramente, para entrar no BranchOut só é necessário liberar seus dados para o aplicativo, assim como qualquer outro app para Facebook. Assim que você entra, é oferecida uma integração com o LinkedIn, evitando a necessidade de redigitar todo seu perfil profissional. A integração é feita com sucesso, no meu caso não houve qualquer problema de compatibilidade ou dados mal interpretados. Como uma sub-rede, para adicionar pessoas é necessário o envio de um convite, que é feito via post no mural da pessoa que você deseja se conectar. O BranchOut sugere alguns contatos baseado no seu histórico profissional, o sistema tem um algoritmo muito eficiente, que sugere primeiramente os contatos que são mais próximos profissionalmente do seu perfil, seja por terem trabalhado em empresas que você trabalha ou já trabalhou, seja pelo cargo ocupado atualmente por ambos.</p>
<p>Outro recurso interessante é o Endorse, que funciona como o Recommendations do LinkedIn. O usuário pode fazer um depoimento sobre um profissional que poderá ser publicado em seu mural ou no Twitter. Cada endorsement pode ser visto no seu perfil, ou seja, as empresas interessadas no seu perfil terão acesso ao que as pessoas falaram de você. E falando em empresas, nos EUA gigantes como Google, Apple e Bank of America já usam o serviço para recrutar profissionais. Groupon e Locaweb são alguns exemplos de empresas que atuam no Brasil e já estão recrutando pelo BranchOut.</p>
<p>As empresas também podem publicar vagas em seus perfis, as vagas de abrangência exclusiva em sua rede de contatos podem ser publicados gratuitamente, as de abrangência total custam 49 dólares. As empresas que possuem perfil no Facebook contam com um recurso chamado Job Tabs. As vagas disponibilizadas pela empresa aparecem em um item específico na coluna esquerda. O BranchOut divulga que atualmente há 3 milhões de vagas de emprego e 20 mil vagas de estágio.</p>
<p>Você pode procurar por uma empresa na rede ou visualizar as top companies, que são as empresas que seus contatos trabalham ou já trabalharam. Ao encontrar uma empresa, será mostrado a lista com as conexões que o usuário possui com a empresa listada, além do grau de conexão. Se o usuário não conhece ninguém que trabalhe esta tal empresa, mas tenha um contato que conheça, este aparecerá como uma conexão de segundo grau. Nestes casos é possível contar com outro recurso, o get introduction. Pode-se pedir a um contato da sua lista para lhe apresentar alguém que ainda não faça parte da sua lista. É uma forma de aumentar o seu networking e criar um contato profissional na empresa que se deseja trabalhar.</p>
<p>Embora não tenha testado 100% dos recursos, é possível afirmar que o BranchOut será mais um motivo para as pessoas ficarem mais tempo no Facebook. E neste caso um bom motivo, estamos falando de uma ferramenta que pode agregar a parte pessoal e profissional de modo harmônico e eficiente. Não tenho dúvidas que ainda ouviremos muito falar no BranchOut.</p>
<p>&nbsp;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alemdati.wordpress.com/282/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alemdati.wordpress.com/282/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alemdati.wordpress.com/282/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alemdati.wordpress.com/282/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/alemdati.wordpress.com/282/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/alemdati.wordpress.com/282/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/alemdati.wordpress.com/282/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/alemdati.wordpress.com/282/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alemdati.wordpress.com/282/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alemdati.wordpress.com/282/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alemdati.wordpress.com/282/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alemdati.wordpress.com/282/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alemdati.wordpress.com/282/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alemdati.wordpress.com/282/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemdati.wordpress.com&amp;blog=12662589&amp;post=282&amp;subd=alemdati&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">BranchOut-logo</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Sobre o Plano Nacional de Banda Larga e a Internet no Mundo</title>
		<link>http://alemdati.wordpress.com/2011/06/09/sobre-o-plano-nacional-de-banda-larga-e-a-internet-no-mundo/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Jun 2011 01:56:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Moraes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160; Pesquisando sobre o assunto, encontrei inúmeros sites com dados sobre o custo da internet no mundo. O gráfico acima foi retirado do ITIF, Information Technology &#38; Innovation Foundation. O gráfico já é suficiente para tornar o anúncio de uma internet banda larga de &#8220;baixo custo&#8221; a R$ 35,00 no mínimo risível, aliás, chamar 1Mb <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemdati.wordpress.com&amp;blog=12662589&amp;post=275&amp;subd=alemdati&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_276" class="wp-caption aligncenter" style="width: 277px"><a href="http://alemdati.files.wordpress.com/2011/06/internet-no-mundo-gde.jpg"><img class="size-medium wp-image-276" title="infografico internet no mundo" src="http://alemdati.files.wordpress.com/2011/06/internet-no-mundo-gde.jpg?w=267&#038;h=300" alt="Infográfico da internet no mundo" width="267" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Infográfico da internet no mundo. Clique para ampliar.</p></div>
<p>Pesquisando sobre o assunto, encontrei inúmeros sites com dados sobre o custo da internet no mundo. O gráfico acima foi retirado do ITIF, <a href="http://www.itif.org" target="_blank">Information Technology &amp; Innovation Foundation</a>. O gráfico já é suficiente para tornar o anúncio de uma internet banda larga de &#8220;baixo custo&#8221; a R$ 35,00 no mínimo risível, aliás, chamar 1Mb de internet rápida é igualmente risível. Mas fui além nas pesquisas, e compartilho com vocês o resultado.</p>
<p><span id="more-275"></span>Não vou citar o Japão, país com melhor relação velocidade x preço por achar desnecessário comparar o com o parâmetro mais alto. Dentre os países, alguns me chamaram a atenção mais do que outros, não tanto pelo custo, mas pela relação com a produção tecnológica. A Coréia é um exemplo muito interessante, pois trata-se de um país que nasceu em 1945, e passou por um período pós-guerra. No fim dos anos 90 a tecnologia coreana superou a japonesa e a Coréia torna-se líder no mercado de semi-condutores e de tecnologia da informação. Hoje o país é referência em tecnologia deixando para trás concorrentes de peso. Onde a banda larga se encaixa neste cenário? Banda larga é o principal fomento do desenvolvimento tecnológico. O Brasil consegue com muita dificuldade se manter competitivo no mercado de tecnologia, mesmo com a má qualidade da banda larga, e nem adianta pagar mais caro, porque muitas vezes isto não é sinônimo de tranquilidade para o usuário.</p>
<p>Mas vamos falar de nossos companheiro lusitanos. Portugal tem se destacado no campo de pesquisas em tecnologia. A Universidade de Évora tem contribuído muito para o desenvolvimento do software livre e para a programação de um modo geral. Portugal tem uma das comunidades mais ativas no cenário de desenvolvimento de software. O custo de internet lá está bem distante do nosso primeiro caso, mas perceba a diferença entre os comemorados R$ 35,00 por 1Mb do nosso PNBL e o custo normal de menos de R$ 20,00 por 8Mb. Novamente a internet exerce um papel fundamental para que os profissionais e estudantes possam desenvolver plenamente suas habilidades.</p>
<p>A Suécia possui o melhor custo x benefício da Europa, enquanto o Canadá embora não tenha essa vantagem, possui uma velocidade mínima superior aos EUA. Estes dois países foram citados porque além do dado ser relevante na pesquisa, junto com a Coréia do sul, são considerados os três melhores países do mundo para se trabalhar com TI. Ou seja, não tem apenas Google e Facebook para fazer evasão de talentos em nossas terras, temos outros roteiros pelos quais nosso maior patrimônio pode ir embora.</p>
<p>Enquanto todos se concentram em baixar o preço da internet, o verdadeiro problema fica mascarado em terras tupiniquins. Nossa internet é ruim, as operadoras não tem concorrência real e a agência reguladora não exerce seu papel. Chamar 1Mb de banda larga diante dos números que vimos acima é irresponsabilidade. O debate deve ser outro e as ações devem convergir para sanar ambos os problemas. Nós de TI fazemos nosso melhor e chegamos muito longe com o que nos é oferecido. Mas podemos muito mais com um mínimo de subsídios. Se isto é pra ser um Plano Nacional de Banda Larga, deve começar por tornar de fato nosso acesso uma banda larga.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alemdati.wordpress.com/275/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alemdati.wordpress.com/275/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alemdati.wordpress.com/275/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alemdati.wordpress.com/275/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/alemdati.wordpress.com/275/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/alemdati.wordpress.com/275/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/alemdati.wordpress.com/275/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/alemdati.wordpress.com/275/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alemdati.wordpress.com/275/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alemdati.wordpress.com/275/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alemdati.wordpress.com/275/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alemdati.wordpress.com/275/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alemdati.wordpress.com/275/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alemdati.wordpress.com/275/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemdati.wordpress.com&amp;blog=12662589&amp;post=275&amp;subd=alemdati&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Lucas Moraes</media:title>
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			<media:title type="html">infografico internet no mundo</media:title>
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		<title>Meu dia com software livre</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jun 2011 01:18:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Moraes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas Operacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[nerd]]></category>
		<category><![CDATA[sistema operacional]]></category>
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		<description><![CDATA[Depois de uma noite sem inspiração, percebi que um material rico para compartilhar com vocês estava o tempo todo em minhas mãos, literalmente. Vejo muitos artigos técnicos sobre software livre, a grande maioria de qualidade. Mas eu acredito que para aproximar o público em geral do mundo livre, é necessário mais do que técnica, é <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemdati.wordpress.com&amp;blog=12662589&amp;post=271&amp;subd=alemdati&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://alemdati.files.wordpress.com/2011/06/600-03638649.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-273" title="Primeiros passos" src="http://alemdati.files.wordpress.com/2011/06/600-03638649.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Depois de uma noite sem inspiração, percebi que um material rico para compartilhar com vocês estava o tempo todo em minhas mãos, literalmente. Vejo muitos artigos técnicos sobre software livre, a grande maioria de qualidade. Mas eu acredito que para aproximar o público em geral do mundo livre, é necessário mais do que técnica, é preciso um pouco de cotidiano, que no fim das contas é o que pesa em nossas decisões. Bem, vou narrar aqui um pouco do meu dia com software livre, apenas lembrando que não estou citando meu dia a dia no trabalho, que uso software proprietário por não ter opção.</p>
<p><span id="more-271"></span>Antes que pensem que eu começo o dia ligando o computador, aviso que estou pulando as partes em que me alimento, cuido da minha casa e dos meus gatos. Depois da rotina diária, ligo meu computador, que tem os dois sistemas operacionais por questão do trabalho como já havia citado. O Grub cuida de me dar opção entre os dois sistemas, caso eu não faça nada, automaticamente o Fedora 14 é iniciado. Antes de mais nada abro o Amarok, meu player de áudio habitual e faço minha seleção musical, não consigo fazer nada sem música. Depois vou para o Google Chrome e vejo as notícias do dia pelos principais sites de notícia, verifico e alimento minhas redes sociais. Em seguida fico online no Kopete, que me conecta ao meu messenger, as vezes também fico on no skype, que possui uma versão para Linux. Não costumo usar gerenciadores de e-mail, mas quando necessário, configuro alguma conta específica no Evolution, que atende perfeitamente minhas necessidades, leve e de fácil configuração.</p>
<p>Devidamente conectado, inicio meus estudos ou trabalho que tenha pendente. Como estou estudando para certificação PHP, dedico a maior parte do meu tempo nesse projeto. Para isso, utilizo o Aptana Studio, uma IDE de desenvolvimento que facilita muito meus estudos. Inclusive é a mesma ferramenta que uso para estudar Ruby on Rails, que tem sido meu novo desafio. Quando preciso consultar alguma de minhas apostilas em PDF, uso o Document Viewer que possui uma interface muito semelhante a do Acrobat Reader, me permitindo executar praticamente as mesmas opções. Sempre que eu preciso, gosto de assistir vídeo-aulas para facilitar a compreensão de certos tópicos. Uso o YouTube para encontrar material, que obviamente está disponível para mim sem problemas.</p>
<p>Terminado meu tempo de estudos, vou me divertir um pouco porque ninguém é de ferro! Vejo minhas séries favoritas que posso baixar pelo KTorrent ou diretamente pelos sites de armazenamento. Depois uso o VLC para assistir meus vídeos baixados, ou o MPlayer quando vou a locadora procurar um DVD mais específico (sim, ainda frequento locadoras&#8230;). Quando termino de baixar uma temporada completa, uso o Braseiro para gravar um DVD e liberar espaço em disco. Se eu quiser transformar em um DVD de vídeo, com menu de acesso e tudo que tem direito, uso do DEVEDE para preparar o arquivo a ser gravado pelo já citado Braseiro.</p>
<p>Eventualmente, preciso fazer algumas edições em fotos antes de publicar na web, seja nos blogs ou nas redes sociais. O Gimp me auxilia a fazer as alterações necessárias antes de jogar as imagens na rede. Acredito que o Gimp tenha sido o programa que eu levei mais tempo para me acostumar, mas é uma ferramenta muito útil e cheia de recursos que depois de acostumado você aprende a tirar proveito. Depois disso tudo, volto a minhas atividades offline, e o melhor, fiz tudo isso sem me preocupar com vírus ou possíveis ataques, já que o Linux possui um firewall ativo que bloqueia qualquer tentativa de invasão, que muito provavelmente não seria bem sucedida de qualquer modo, já que a arquitetura do Linux é diferente do Windows, e a maior parte dos invasores está preparado para invadir justamente o Windows.</p>
<p>Esta narrativa um tanto extensa serve para mostrar que a rotina de um usuário de software livre não é diferente da rotina de um usuário Windows. Nem citei o caso do Office porque hoje muitas empresas já utilizam o BrOffice, e as diferenças são facilmente gerenciáveis devido a farta documentação e fóruns que a comunidade disponibiliza. O que falta para o Linux cair no gosto popular são usuários satisfeitos começarem a compartilhar suas experiências e benefícios para os demais. Assim cada vez mais usuários básicos, que são a grande maioria e que tem uma rotina bem semelhante a que eu acabo de compartilhar possam fazer a opção por ter um sistema robusto e ao mesmo tempo amigável. Já se foi o tempo em que Linux era coisa de nerd. Coisa de nerd é criar suas próprias ferramentas, mesmo sabendo que tem ferramentas para o que você quer. Aliás, vou encerrando esse post por aqui, vou terminar meu Gadget de integração com o Twitter, é que os que tem por ai eu não gostei muito&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alemdati.wordpress.com/271/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alemdati.wordpress.com/271/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alemdati.wordpress.com/271/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alemdati.wordpress.com/271/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/alemdati.wordpress.com/271/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/alemdati.wordpress.com/271/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/alemdati.wordpress.com/271/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/alemdati.wordpress.com/271/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alemdati.wordpress.com/271/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alemdati.wordpress.com/271/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alemdati.wordpress.com/271/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alemdati.wordpress.com/271/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alemdati.wordpress.com/271/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alemdati.wordpress.com/271/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemdati.wordpress.com&amp;blog=12662589&amp;post=271&amp;subd=alemdati&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Lucas Moraes</media:title>
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			<media:title type="html">Primeiros passos</media:title>
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		<title>Eu quero um blackberry rosa!</title>
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		<pubDate>Sun, 29 May 2011 03:22:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Moraes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[blackberry rosa]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta é uma história  muito triste sobre uma equipe de TI em uma busca quixotesca por um item completamente inútil para um uso completamente irrelevante do ponto de vista tecnológico. Acompanhe todas as desventuras enfrentadas por estes bravos aventureiros nesta busca insólita. Era uma vez uma empresa que tinha uma equipe de TI formada por <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemdati.wordpress.com&amp;blog=12662589&amp;post=263&amp;subd=alemdati&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta é uma história  muito triste sobre uma equipe de TI em uma busca quixotesca por um item completamente inútil para um uso completamente irrelevante do ponto de vista tecnológico. Acompanhe todas as desventuras enfrentadas por estes bravos aventureiros nesta busca insólita.</p>
<p><span id="more-263"></span>Era uma vez uma empresa que tinha uma equipe de TI formada por profissionais de competências diferentes. Cada um possuía sua área de conhecimento, e todos tinham uma visão macro do processo. Eis que um dia surge a necessidade de se trocar a operadora dos colaboradores que recebiam telefones pela empresa. Uma necessidade movida por uma busca por redução de custos, ainda que envolvesse uma redução aceitável de qualidade no serviço. Como profissionais qualificados, procuraram uma consultoria igualmente qualificada para ajudá-los em sua troca. Feito o contato com tal empresa, começam as negociações. Preço, condições de pagamento, qualidade no serviço e troca de aparelhos estavam na pauta, tudo caminhando dentro da normalidade. Mas eis que surge uma condição inusitada: um blackberry rosa!</p>
<p>Oras, este é um aparelho de uso corporativo, qual seria a necessidade de tal aparelho vir com uma cor tão incomum no universo dos negócios? Um detalhe importante foi omitido desta nossa narrativa cheia de peculiaridades, estamos falando de uma empresa familiar. Normalmente quando se fala de empresa familiar, vem a nossa mente dois cenários principais. Um pequeno negócio onde a família comanda e tenta prosperar e crescer ao ponto de deixar de ser familiar ou, uma empresa grande que é tratada como um pequeno negócio familiar graças a uma visão provinciana. Claramente estamos no segundo caso. Voltando a nossa épica história, os amigos consultores explicaram que um blackberry rosa é um item no mínimo incomum, para não dizer comercialmente inútil. Mas este não era um pedido comum, vinha de uma garotinha que queria um blackberry rosa. E foi assim que a exigência do blackberry rosa entrou na pauta de reunião. Acreditando que oferecer uma alternativa mais jovem e apropriada para esta garotinha resolveria o assunto, os amigos consultores trouxeram novas opções. Mas a garotinha queria um blackberry rosa, um blackberry ROSA. Quando ficou claro que não seria possível atender a este desejo, nossos amigos pensaram que ali acabava sua missão intangível.</p>
<p>Mas não, isto seria simples demais. Nossos Dom Quixotes ainda não haviam encontrado seus moinhos de vento. A alternativa era: comprar uma capinha para o blackberry ficar rosa! Que coisa mais simples de se fazer, a ainda era necessário nota fiscal, para a devida restituição do valor do produto. Seria fácil procurar em qualquer ambulante a bendita capinha, seria até fácil de achar. Mas nossos amigos agora estão diante de seu grande problema, e cuidar da rede, dos sistemas e da manutenção do parte tecnológico agora é uma missão secundária, diante da grande necessidade desta garotinha de ter seu blackberry rosa.</p>
<p>Esta história embora verídica serve para ilustrar como um setor de TI pode ser um território cheio de surpresas para os profissionais que a habitam. Este tipo de perda de tempo está presente em vários locais, e é importante que se reconheça cada vez mais que TI mesmo quando não é área fim, não pode ser comprometida com assuntos de relevância menor, para não dizer nula. Todo e qualquer segmento precisa que a equipe de TI seja competente e atualizada. Fazer com que a sua equipe desprenda energia com assuntos irrelevantes além de ser caro, já que normalmente são profissionais de custo diferenciado, ajuda a desmotivar profissionais que precisam de desafios e procuram estar sempre atualizados e preparados para as situações mais complexas. Não que achar um blackberry rosa seja algo simples&#8230;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alemdati.wordpress.com/263/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alemdati.wordpress.com/263/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alemdati.wordpress.com/263/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alemdati.wordpress.com/263/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/alemdati.wordpress.com/263/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/alemdati.wordpress.com/263/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/alemdati.wordpress.com/263/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/alemdati.wordpress.com/263/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alemdati.wordpress.com/263/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alemdati.wordpress.com/263/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alemdati.wordpress.com/263/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alemdati.wordpress.com/263/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alemdati.wordpress.com/263/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alemdati.wordpress.com/263/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemdati.wordpress.com&amp;blog=12662589&amp;post=263&amp;subd=alemdati&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Lucas Moraes</media:title>
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		<title>Apresentando o BrOffice.org</title>
		<link>http://alemdati.wordpress.com/2011/03/04/apresentando-o-broffice-org/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Mar 2011 15:37:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Moraes</dc:creator>
				<category><![CDATA[BrOffice]]></category>
		<category><![CDATA[LibreOffice]]></category>
		<category><![CDATA[Oracle]]></category>
		<category><![CDATA[Suite de aplicativos]]></category>
		<category><![CDATA[Sun]]></category>

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		<description><![CDATA[O BrOffice é uma suite de aplicativos gratuita. Muitas empresas usam o BrOffice como uma alternativa bastante viável em relação ao seu concorrente pago, o Microsoft Office. O mais importante sobre o BrOffice é que a economia gerada em licenças não significa perda na qualidade do serviço. Há uma equipe forte e ativa por traz <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemdati.wordpress.com&amp;blog=12662589&amp;post=300&amp;subd=alemdati&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://consumindoti.files.wordpress.com/2011/03/aberdeen-liquid_logo.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-39" title="brofficelogo" src="http://consumindoti.files.wordpress.com/2011/03/aberdeen-liquid_logo.png?w=200&#038;h=48" alt="BrOffice.org" width="200" height="48" /></a><br />
O BrOffice é uma suite de aplicativos gratuita. Muitas empresas usam o BrOffice como uma alternativa bastante viável em relação ao seu concorrente pago, o Microsoft Office. O mais importante sobre o BrOffice é que a economia gerada em licenças não significa perda na qualidade do serviço. Há uma equipe forte e ativa por traz desta suite, que é baseada no LibreOffice, um fork do OpenOffice. Este será o post inicial de uma série para mostrar alguns recursos importantes dos principais módulos da suite BrOffice.</p>
<p><span id="more-300"></span></p>
<p>Para começarmos a entender o universo do BrOffice, vamos conhecer um pouco de sua história. Na metade da década de 90 a empresa alemã Star Division criou um pacote para escritórios chamado StarOffice, sendo distribuído gratuitamente para plataformas Windows e Linux. Em 1999, a Sun Microsystems adquire a Star Division, e após o lançamento do StarOffice 5.2 a Sun Microsystemas doou parte do código fonte do StarOffice para a comunidade OpenSource, vindo assim a se tornar a principal colaboradora e patrocinadora do OpenOffice.org. A partir disso, várias organizações apoiaram a iniciativa como a Novell, RedHat, Debian, Intel, Mandriva além da comunidade em geral. A importância disso é mostrar que uma alternativa OpenSource não significa trabalho de amadores ou sem suporte. Uma equipe de pessoas com muita competência e boa vontade mantém os projetos funcionando com o que dispomos de mais moderno em termos de técnicas de desenvolvimento e recursos tecnológicos.</p>
<p>No Brasil, o projeto começou a ser desenvolvido em fevereiro de 2002. Raffaela Braconi, líder internacional da equipe do projeto L10N na época, repassou a função de coordenação da tradução para Claudio Ferreira Filho. Além de Claudio Ferreira, entre os primeiros colaboradores do projeto estavam César &#8216;Guanch&#8217; Melchior, Olivier Hallot e Gervásio Antônio. A esse grupo foi destinada a primeira grande tarefa do projeto, a tradução do glossário padrão, que daria o subsídio para a compilação das primeiras versões do OpenOffice.org em português do Brasil.</p>
<p>A partir de então, além da tradução, o projeto OpenOffice.org.br passou a organizar e desenvolver funcionalidades específicas para a versão brasileira do pacote. Foram criadas as listas de discussão, o projeto de Documentação, o Rau-tu, o projeto Extras e finalizadas as traduções das aplicações e da ajuda do software. O BrOffice.org surgiu em 2004 de um problema com a marca Open Office, que já havia sido registrada por uma empresa do Rio de Janeiro. No dia 25 de janeiro de 2006, foi anunciado oficialmente o lançamento da ONG BrOffice.org que passou a organizar as atividades da comunidade OpenOffice.org.br. Apesar da mudança de nome, o BrOffice.org continou representando o OpenOffice.org, com a garantia de todos os instrumentos jurídicos de proteção à marca BrOffice.org.</p>
<p>Em 2010 a Sun Microsystems foi adquirida pela Oracle, mas o modo como a empresa trata os projetos de código aberto causou grande insatisfação no mundo OpenSource. O resultado foi a criação de um fork do projeto, surgindo o LibreOffice. A comunidade brasileira optou pela liberdade de desenvolvimento e da comunidade, migrando para o este novo projeto. Hoje, a BrOffice é a comunidade brasileira do projeto LibreOffice, e a ONG BrOffice.org é a entidade jurídica que apoia esta comunidade.</p>
<p>Toda essa história está registrada no site www.broffice.org, e mais informações podem ser obtidas através deste link. Nos próximos posts, vou me concentrar na parte operacional do BrOffice, de modo a trazer dicas e curiosidades para tornar mais fácil a transição para esta fantástica suite de aplicativos.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alemdati.wordpress.com/300/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alemdati.wordpress.com/300/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alemdati.wordpress.com/300/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alemdati.wordpress.com/300/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/alemdati.wordpress.com/300/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/alemdati.wordpress.com/300/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/alemdati.wordpress.com/300/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/alemdati.wordpress.com/300/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alemdati.wordpress.com/300/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alemdati.wordpress.com/300/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alemdati.wordpress.com/300/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alemdati.wordpress.com/300/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alemdati.wordpress.com/300/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alemdati.wordpress.com/300/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemdati.wordpress.com&amp;blog=12662589&amp;post=300&amp;subd=alemdati&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Acessibilidade na web</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Nov 2010 03:28:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Moraes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Assim como na vida pessoal, poucas vezes pensamos nos portadores de necessidades especiais na vida profissional. Claro que há exceções em ambos os casos, mas via de regra, é bastante incomum um profissional ter a curiosidade de conhecer sobre o tema, a menos que seja &#8220;cutucado&#8221; para isso por um professor da faculdade, ou um <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemdati.wordpress.com&amp;blog=12662589&amp;post=254&amp;subd=alemdati&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://alemdati.files.wordpress.com/2010/11/acessibilidade_simbolo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-255" title="acessibilidade_simbolo" src="http://alemdati.files.wordpress.com/2010/11/acessibilidade_simbolo.jpg?w=250&#038;h=235" alt="" width="250" height="235" /></a>Assim como na vida pessoal, poucas vezes pensamos nos portadores de necessidades especiais na vida profissional. Claro que há exceções em ambos os casos, mas via de regra, é bastante incomum um profissional ter a curiosidade de conhecer sobre o tema, a menos que seja &#8220;cutucado&#8221; para isso por um professor da faculdade, ou um colega que fale sobre o tema. Entretanto, esta realidade está mudando, é cada vez maior o número de profissionais dispostos a dedicar um pouco do seu tempo com o tema. Neste post, espero despertar a curiosidade de vocês para este tema tão importante.<span id="more-254"></span></p>
<p>Acessibilidade diz respeito a facilidade de acesso e de uso de ambientes, produtos ou serviços e por qualquer pessoa em diferentes contextos. No caso específico da web, é construir um site que seja facilmente acessado por qualquer pessoa com ou sem necessidades especiais. Um idoso, um deficiente visual, alguém com problemas de coordenação motora ou até mesmo uma pessoa com uma conexão de internet muito lenta são exemplos de portadores de necessidades especiais, sejam elas permanentes ou não. Não vou entrar em detalhes técnicos, próxima semana dedicarei um post a este tema no Fazendo TI.</p>
<p>Em um contexto mais amplo, a acessibilidade se torna importante para todas as pontas da relação. Para quem visita, pela oportunidade de consumir informação mesmo com as suas limitações, para o dono do site, por ganhar um público maior e pela publicidade de ser uma empresa socialmente responsável e para o profissional que desenvolve, pela satisfação de saber que seu trabalho vai proporcionar qualidade de vida através do conhecimento e da cidadania que este acesso representa.</p>
<p>Mas como um deficiente visual consegue acessar um site? A resposta é screenreaders, ou leitores de tela. Os screenreaders são programas que vão &#8220;lendo&#8221; a tela para o deficiente visual a partir dos links, campos de formulário e texto. Para isto, é necessário que o site seja navegável sem o mouse ou tela touchscreen. Os programas mais conhecidos são o JAWS, Virtual Vision, NVDA e o DOS/VOX, sendo os dois últimos gratuitos. Todos os citados funcionam em plataforma Windows, sendo o Orca a alternativa para o Linux. Em muitas distribuições que usam o Gnome como ambiente gráfico padrão, o Orca já vem instalado, o que não impede que um usuário do KDE o instale em sua máquina.</p>
<p>A W3C, consórcio que cria e define as normas que regem a web tem um manual de acessibilidade pelo qual qualquer profissional pode se guiar para construir um site acessível. No site da SERPRO este manual está disponível em português (<a href="http://www.serpro.gov.br/acessibilidade/" target="_blank">clique aqui para ver</a>). Há um vasto material na web sobre o tema, desde manuais e documentações até dicas de profissionais de como tornar seu site mais &#8220;acessível&#8221;. Trabalhando com estes padrões, qualquer leitor de telas vai conseguir &#8220;ler&#8221; o seu site sem problemas.</p>
<p>Se você quiser saber mais sobre acessibilidade, o site <a href="http://www.acessibilidadelegal.com" target="_blank">Acessibilidade Legal</a> traz informações sobre padrões web, tecnologia assistiva entre outras. O <a href="http://www.acessibilidade.org.br/" target="_blank">Portal da Acessibilidade</a> tem uma vasta documentação sobre o tema e o <a href="http://www.acessobrasil.org.br/" target="_blank">Acessibilidade Brasil</a> tem um link de notícias além de outras informações sobre o tema.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alemdati.wordpress.com/254/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alemdati.wordpress.com/254/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alemdati.wordpress.com/254/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alemdati.wordpress.com/254/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/alemdati.wordpress.com/254/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/alemdati.wordpress.com/254/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/alemdati.wordpress.com/254/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/alemdati.wordpress.com/254/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alemdati.wordpress.com/254/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alemdati.wordpress.com/254/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alemdati.wordpress.com/254/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alemdati.wordpress.com/254/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alemdati.wordpress.com/254/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alemdati.wordpress.com/254/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemdati.wordpress.com&amp;blog=12662589&amp;post=254&amp;subd=alemdati&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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